meu amigo name dropper

Só hoje fui ler a última crônica de hermano, q sai às sextas n’o globo. Era sobre Chris Marker, a quem devo as cenas inestimáveis do Muséum d’Histoire Naturelle de Paris logo antes de fechar as portas, que aparecem no meio de La Jetée de 1962, e q costumo projetar antes de começar uma palestra (como tb a cena final do Citizen Kane, ou de Blackmail de Hitchcock, ou ainda algumas de Homo Faber de Schloendorff). Da entrevista na Criterion fui visitar uma exposição (Xplugs) de ilustrações e colagens à la Second Life.

Published in: on 07/12/2010 at 12:28  Deixe um comentário